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	<title>Comentários sobre: O mito da felicidade à dois.</title>
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	<description>Reveja seus conceitos e surpreenda-se consigo mesmo!</description>
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		<title>Por: Angela</title>
		<link>http://camilaholsbach.wordpress.com/2008/06/14/o-mito-da-felicidade-a-dois/#comment-24</link>
		<dc:creator>Angela</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2009 01:34:17 +0000</pubDate>
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		<description>muy buen trabajo</description>
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		<title>Por: Victor Alexandre</title>
		<link>http://camilaholsbach.wordpress.com/2008/06/14/o-mito-da-felicidade-a-dois/#comment-16</link>
		<dc:creator>Victor Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 02:26:28 +0000</pubDate>
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		<description>Discordo veementemente da opinião do psicanalista Flávio Gikovate e daqueles para os quais a felicidade da vida a dois é um mito.
   À parte premissas de cunho religioso, é bem verdade que o ser humano não nasceu completo, e necessita do &quot;outro&quot;. (Homens e mulheres, mulheres e homens).
   A propria natureza os dotou de aparato biopsicologico para tal fim.
   Basta lembrar que a concepção humana nasce justamente da união desses dois genes.
   Quanto a questões de foro íntimo, já aparece nos mitos gregos a necessidade de &quot;Psiqué&quot; em relação a &quot;Eros&quot;, afora os outros tantos romances e tragedias, nao só nos mitos gregos, quanto no inconsiente coletivo. Ademais, Aristóteles já conebia o homem como &quot;animal político&quot;, lembrando-se sempre que a &quot;pólis&quot; começa nos lares - &quot;Héstia&quot;.
   Não se pode por a culpa pelo insucesso de pacientes na instituição do casamento, até porque não houve uma pesquisa qualitativa e de cunho científico nesse sentido.
   À guisa de exemplo, cabe questionar: a que parcela da sociedade se referem os 5% supracitados? Em qual contexto sócio-cultural?
   É bem verdade que a maioria das pessoas projeta suas expectativas no outro, motivadas, em sua maioria, pela &quot;cultura big brother, novela das 8 e demais porcaria do gênero&quot;, e como são maioria, logo tais influências se manifestam nos relacionamentos também, e o pior que de forma inconsciente e até psicossomática.
   Concluindo-se, o caminho para a felicidade no amor, é a constante lapidação da personalidade e aceitação do outro como parte do processo, lembrando-se da máxima de Aristóteles: &quot;O homem isolado dos demais, ou é um ´deus´ ou uma besta&quot;


   Victor Alexandre Araujo Abrantes, filósofo, jurista, psicanalista e artista plástico</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Discordo veementemente da opinião do psicanalista Flávio Gikovate e daqueles para os quais a felicidade da vida a dois é um mito.<br />
   À parte premissas de cunho religioso, é bem verdade que o ser humano não nasceu completo, e necessita do &#8220;outro&#8221;. (Homens e mulheres, mulheres e homens).<br />
   A propria natureza os dotou de aparato biopsicologico para tal fim.<br />
   Basta lembrar que a concepção humana nasce justamente da união desses dois genes.<br />
   Quanto a questões de foro íntimo, já aparece nos mitos gregos a necessidade de &#8220;Psiqué&#8221; em relação a &#8220;Eros&#8221;, afora os outros tantos romances e tragedias, nao só nos mitos gregos, quanto no inconsiente coletivo. Ademais, Aristóteles já conebia o homem como &#8220;animal político&#8221;, lembrando-se sempre que a &#8220;pólis&#8221; começa nos lares &#8211; &#8220;Héstia&#8221;.<br />
   Não se pode por a culpa pelo insucesso de pacientes na instituição do casamento, até porque não houve uma pesquisa qualitativa e de cunho científico nesse sentido.<br />
   À guisa de exemplo, cabe questionar: a que parcela da sociedade se referem os 5% supracitados? Em qual contexto sócio-cultural?<br />
   É bem verdade que a maioria das pessoas projeta suas expectativas no outro, motivadas, em sua maioria, pela &#8220;cultura big brother, novela das 8 e demais porcaria do gênero&#8221;, e como são maioria, logo tais influências se manifestam nos relacionamentos também, e o pior que de forma inconsciente e até psicossomática.<br />
   Concluindo-se, o caminho para a felicidade no amor, é a constante lapidação da personalidade e aceitação do outro como parte do processo, lembrando-se da máxima de Aristóteles: &#8220;O homem isolado dos demais, ou é um ´deus´ ou uma besta&#8221;</p>
<p>   Victor Alexandre Araujo Abrantes, filósofo, jurista, psicanalista e artista plástico</p>
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